
Título: A MATA: Apaixonar-se pode ser mortal
Autor: Fábio da Silva
Sinopse: Você acredita em maldição? O médico Eduardo Ribeiro também não acreditava. De casamento marcado para daqui a um ano, Eduardo vai a Corumbá, no Mato Grosso do Sul, visitar a família de sua bela noiva Marília. Chegando lá, conhece a misteriosa e sedutora Caroline. Quando homens são mortos na cidade, Caroline afirma que eles estão sendo vítimas de uma maldição e que ela sabe como impedir os assassinatos. Sem muito acreditar, mas apaixonado pela moça, Eduardo decide ajudá-la. Só que o médico não sabe que está pondo em risco mais que o seu casamento com Marília. Depois de O ESCRITOR, o autor Fábio da Silva nos traz mais uma obra baseada num roteiro homônimo seu, A MATA. Repleto de reviravoltas e com um final surpreendente, o romance tem sua trama ambientada no paraíso ecológico de Corumbá, cidade que recebeu o apelido de “Capital do Pantanal”. Na história, nada é o que parece e apaixonar-se pode ser mortal.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A MATA: Apaixonar-se pode ser mortal”, de Fábio da Silva, publicado pela editora AgBook, em 2013 e com 176 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: AgBook
Páginas: 176
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Agbook apresentam uma variedade de temas que transitam entre o imaginativo e o prático, com narrativas que vão do nonsense espacial a relatos de encontros extraterrestres, passando por crônicas urbanas e reflexões filosóficas. A experiência de leitura pode ser tanto leve e irônica, com humor e recursos gráficos, quanto densa e didática, especialmente em obras técnicas e ensaísticas. O catálogo sugere uma atenção especial a questões sociais, culturais e espirituais, com textos que exploram desde aspectos da vida cotidiana até debates sobre direitos, espiritualidade e autoconhecimento. Há obras que convidam à introspecção e outras que propõem aventuras e mistérios, revelando um equilíbrio entre o narrativo e o informativo.
