
Título: A MATÉRIA RURAL E A FORMAÇÃO DO ROMANCE BRASILEIRO
Autor: Fernando Cerisara Gil
Sinopse: O livro reexamina o lugar da prosa ficcional rural na cena literária brasileira do século XIX. Considerando o estudo da posição social do narrador, do protagonismo do homem livre pobre e da centralidade da ação violenta na estruturação das ações narrativas, o ensaio sinaliza e situa os impasses e as contradições da formação do romance brasileiro constituída a partir da matéria rural. É nessa chave que são relidos romances rurais como O sertanejo, Tronco do ipê e Til, de José de Alencar, Inocência, do Visconde de Taunay, O garimpeiro, de Bernardo Guimarães, e O Cabeleira, de Franklin Távora.
Contexto da obra
Na área de Linguística e Comunicação, livros como este costumam interessar por linguagem, discurso e mediação. “A MATÉRIA RURAL E A FORMAÇÃO DO ROMANCE BRASILEIRO”, de Fernando Cerisara Gil, publicado pela editora Appris Editora, em 2020 e com 201 páginas, integra a categoria Livros de Linguística e Comunicação. Na prática, isso ajuda a entender melhor o lugar do livro entre linguagem, análise e formas de comunicação.
Editora: Appris Editora
Páginas: 201
Ano: 2020
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6555234288
ISBN13: 9786555234282
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora Appris Editora apresentam um olhar atento a temas contemporâneos e questões sociais, educacionais e culturais, com textos que transitam entre análises teóricas e relatos práticos. A experiência de leitura frequentemente envolve reflexões críticas sobre educação, saúde, direitos humanos e práticas profissionais, com uma linguagem que varia entre o acessível e o acadêmico, sempre com densidade conceitual. O catálogo indica uma preocupação com a formação de sujeitos em contextos diversos, desde a infância até a vida adulta, e com temas que dialogam com políticas públicas, inovação e práticas interdisciplinares. Há obras que exploram desde o ensino formal e suas metodologias até debates sobre sexualidade, envelhecimento, cultura e memória, revelando um perfil editorial que privilegia o aprofundamento e a problematização social.
