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A Melancolia dos Mestres da Alegria

Título: A Melancolia dos Mestres da Alegria

Autor: Elie Wiesel

Sinopse: O que é o Movimento Chassídico, senão um protesto contra a solidão? Na Europa Central do Século XVIII, onde a miséria e a angústia esmagavam o povo judeu, os mestres chassídicos lançaram uma poderosa convocação à esperança, à felicidade, à amizade, trazendo aos destituídos e aos vitimados o sentimento de existir no interior da história judaica, fazendo com que redescobrissem suas próprias raízes e sua própria profundidade. No entanto, esses mesmos mestres cujo testemunho, palavras e atos são um convite à alegria e à celebração, parecem sucumbir cada qual a uma melancolia próxima ao desespero. Cada um deles, porém, possui uma arma com a qual evita esse terrível sofrimento. Para um, a sabedoria. Para outro, a humildade, ou o fervor, ou a cólera, o riso, a compaixão e até mesmo o silêncio. Neste livro, que continua a narrativa iniciada em Almas em Fogo (publicado no Brasil pela Editora Perspectiva, São Paulo), Elie Wiesel nos revela ao mesmo tempo as ' circunstâncias e o significado desse combate contra a melancolia empreendido por nove mestres chassídicos. Serão possíveis a alegria, a fé e a esperança, quando ao redor se assiste ao triunfo da morte? Eis aqui a resposta de um desses mestres: “Quereis encontrar fogo? Procurai-o em meio às cinzas.” Aprendamos com eles, e com eles celebremos a Vida.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Melancolia dos Mestres da Alegria”, de Elie Wiesel, publicado pela editora Exodus, em 1997 e com 333 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Exodus

Páginas: 333

Ano: 1997

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Elie Wiesel conduz a um mergulho intenso e comovente em dilemas morais e existenciais, onde o silêncio e a memória se confrontam com a violência e a perda. A prosa, muitas vezes simples e direta, não evita a crueza dos temas, mas mantém uma tensão constante, quase ritualística, que prende o leitor em uma espera carregada de angústia e reflexão. A experiência é marcada por personagens que vivem entre o passado traumático e a busca por sentido no presente, revelando dúvidas profundas sobre culpa, fé e humanidade. Em alguns momentos, o ritmo é lento e contemplativo, em outros, urgente e dramático, criando uma dinâmica que desafia o leitor a acompanhar tanto o peso do sofrimento quanto a resistência da esperança. Essa combinação singular torna os livros de Elie Wiesel uma jornada que não se limita à narrativa, mas que provoca perguntas duradouras sobre a memória e a responsabilidade.

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