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A memória é um cavalo selvagem

Título: A memória é um cavalo selvagem

Autor: Pedro Pérez

Sinopse: Sinopse: Tento domar o Cavalo. Não consigo! Tenho-o em meu potreiro literário desde 2013. Já somos bem conhecidos. Por vezes ponho-lhe o laço e ele se deixa levar por um tempo. Depois, percebe minha empáfia e me derruba; foge, se afasta. Calmamente levanto, bato a poeira do corpo e o percebo, garboso, distante, como se me dissesse, te prepara mais, lê alguma outra coisa e tenta novamente. E eis que o Pedro agora nos brinda publicamente com o seu Cavalo Selvagem. E eu imagino um crioulo selvagem pela pampa afora, indomável! O Pégasu das Musas, o mitológico cavalo formado pelo sangue da Medusa, a serviço dos poetas, voando sobre o céu das coisas, revisitando memórias. O Cavalo Selvagem conta também um pouco da vida de todos nós, e nos vemos através do espelho, como Alice, muitas vezes esmaecendo, perdendo o tom forte da juventude, cedendo espaço à naturalidade da vida, que a toda hora nos cobra atitudes impetuosas, contra o arbítrio, ou em favor de uma fugaz democracia. Tudo está (estará?) aqui neste livro. Mas quando o autor pensa em nos ludibriar, como sendo este o seu primeiro e derradeiro livro, ele não sabe que apenas abriu a porta das suas/nossas memórias, e terá muito ainda a relatar. Luiz Carlos Vaz Jornalista

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A memória é um cavalo selvagem”, de Pedro Pérez, publicado pela editora Editora Penalux, em 2019 e com 294 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Editora Penalux

Páginas: 294

Ano: 2019

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13: 9788558335935

    Sobre a editora

    Os livros da editora Editora Penalux oferecem uma experiência literária marcada por uma forte presença da poesia e da prosa reflexiva, com um foco evidente na exploração da subjetividade humana e das emoções. Muitas obras convidam o leitor a um mergulho íntimo, seja por meio de versos que abordam temas como a existência feminina, a morte, a memória e o luto, ou por narrativas que transitam entre o real e o subjetivo, com uma linguagem que ora é lírica e sensorial, ora analítica e crítica. O catálogo sugere uma preferência por textos que valorizam o lirismo e a densidade emocional, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto pulsante, e que frequentemente propõem uma reflexão sobre o tempo, a identidade e as relações humanas.

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