
Título: A memória: Nós somos o que lembramos e o esquecemos.
Autor: Anna M. Longoni
Sinopse: Quem nunca passou pela situação embaraçosa de, ao encontrar uma pessoa que lhe cumprimenta cordialmente, não conseguir lembrar-se de quem seja? Ou pela irritação de não encontrar o carro que tinha certeza de haver estacionado ali, naquele lugar? Muitos atos, cotidianos ou não, dependem da eficiência da nossa memória e talvez seja por isso que frequentemente nos perguntamos como ela funciona e como pode ser melhorada. Este volume da coleção Para Saber Mais responde a questões como essa, com base nos mais atuais estudos de psicologia. Aqui o leitor encontra, também, uma interessante síntese da pesquisa de casos curiosos em que a capacidade de memória se distancia da média, seja porque se encontra limitada por distúrbios particulares, seja por estar otimizada com recursos excepecionais que algumas pessoas usam, com sucesso.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A memória: Nós somos o que lembramos e o esquecemos.”, de Anna M. Longoni, publicado pela editora Paulinas, em 2003 e com 175 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Paulinas
Páginas: 175
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8535612149
ISBN13: 9788535612141
Sobre a editora
Os livros da editora Paulinas costumam apresentar uma linguagem acessível e um cuidado especial com a clareza, seja na releitura contemporânea de textos sagrados ou na abordagem de temas espirituais e sociais. A experiência de leitura frequentemente convida a uma reflexão profunda sobre fé, promoção humana e transformação pessoal, com narrativas que transitam entre o didático e o poético. O catálogo inclui obras que dialogam com públicos variados, desde crianças e jovens até adultos interessados em catequese, espiritualidade e questões sociais, sempre com um tom que mescla simplicidade e profundidade. A diversidade editorial se manifesta em textos que vão do relato pessoal e histórico a propostas pedagógicas e à literatura infantojuvenil, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto narrativo.
