
Título: A menina do fio
Autor: Stela Barbieri
Sinopse: Era uma vez uma linda princesa que nasceu com um fio de cabelo diferente no alto de sua cabeça. Não era cabelo, era mais duro que aço, reluzente e bem comprido. Ah, e o fio enroscava em tudo que era lugar, tornou-se uma baita dor de cabeça. Nada, nem ninguém conseguia arrancar o fio da cabeça da menina, que cresceu, transformando-se numa bela moça mas muito mal-humorada e triste. De nada adiantavam os presentes que diversos cavalheiros ofereciam a ela, a princesa sempre os recusava e caçoava dos pobres homens. Mas um deles percebeu que ela não fazia isso por mal, e sim porque aquele fio ficava puxando sua cabeça para trás o tempo todo. Decidido, o rapaz seguiu o fio e foi desenroscando cada nó, cada volta, pacientemente, nos lugares mais distantes. Quando terminou de soltar todo o fio, a princesa percebeu que, pela primeira vez na vida, estava feliz. E foi com esse cavalheiro que ela se casou. Mas a história não termina por aí, porque o fio continuou a crescer. Mas agora, ao invés de deixá-lo solto para se enroscar, a princesa teceu com ele roupas lindas e tecidos tão bonitos que as pessoas vinham de longe só para admirar.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A menina do fio”, de Stela Barbieri, publicado pela editora Girafinha, em 2006 e com 48 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Girafinha
Páginas: 48
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Girafinha costumam explorar a imaginação infantil com histórias que misturam brincadeira e narrativa, muitas vezes com personagens que enfrentam dilemas comuns da infância, como superar medos ou aceitar diferenças. O tom é leve e colorido, com textos que variam entre o rimado e o econômico, sempre acompanhados de ilustrações que dialogam diretamente com o texto, reforçando o estímulo à criatividade. Há obras que convidam à interação, como livros-brinquedo que permitem montar personagens, e outras que trazem narrativas mais lineares, mas sempre focadas no universo infantil e juvenil. O catálogo sugere uma preferência por temas de autoconhecimento, coragem e relações familiares, com histórias que valorizam a diversidade e a sensibilidade.
