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A menina que decorava túmulos

Título: A menina que decorava túmulos

Autor: José Alberto Wenzel

Sinopse: O cemitério como lugar no qual se celebra a vida acima de tudo. Para a protagonista desse livro de José Alberto Wenzel, cuidar de lápides, resguardar a memória que se perpetua na forma de mármores ou granitos, é uma arte, à qual vale a pena dedicar tempo. Não é apenas trabalho, serviço: é um refúgio. Em sua própria história, em seu próprio passado, muitas coisas seguem obscuras, e talvez só mesmo uma grande afinidade, uma amizade, poderá iluminar aquilo a que a própria lembrança jamais poderia alcançar. Os enredos de Wenzel costumam apoiar-se sobre elementos que forjam a comunhão com o mundo natural, que situam o ser humano no todo, sujeito a um ciclo: de repente, o homem se encontra neste mundo, e tudo o que sabe é que uma hora precisará deixá-lo. Deixá-lo? A exemplo de sua novela A alma morre antes, há aqui, uma vez mais, a presença de cobras, duas cobras-verdes. Ou serão chaves? Como refere a filosofia perene, tem-se a crença do eterno retorno, da eterna permanência, simbolizada na cobra que engole o próprio rabo. Serão assim nossos passos? Cada passo adiante será também um passo para mais perto do todo? Nas camadas de vivência de seu texto, Wenzel convida à reflexão.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A menina que decorava túmulos”, de José Alberto Wenzel, publicado pela editora Gazeta, em 2015 e com 128 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Gazeta

Páginas: 128

Ano: 2015

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8563336843

ISBN13: 9788563336842

    Sobre a editora

    Os livros da editora Gazeta convidam o leitor a navegar entre narrativas que exploram memórias, lugares e emoções sob múltiplos olhares. As obras frequentemente dialogam com a história, seja revisitandopassagens do passado com um tom reflexivo e sensível, seja apresentando perspectivas subjetivas que desafiam versões oficiais. A poesia aparece com delicadeza, marcada por um humor sutil e domínio formal, enquanto o texto narrativo pode variar entre o intimista e o coletivo, com personagens que transitam entre o cotidiano e o imaginário. O ritmo das leituras oscila entre a contemplação e a leveza, com um tom que ora é mais poético, ora mais próximo da crônica, sempre valorizando a experiência sensorial e afetiva.

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