
Título: A Menina que Nasceu sem Cor
Autor: Midria
Sinopse: Que cor tem uma menina filha de um pai negro como o céu estrelado de uma noite de verão e de uma mãe branca como a lua cheia? Midria não sabia, por isso sempre se sentiu uma menina sem cor. Pesquisando suas origens, porém, ela percorreu um longo caminho para enfim entender quem é. Esta obra nasceu de um poema de Midria, uma menina que cresceu cercada de livros e poesia na Zona Leste de São Paulo. Influenciada por suas professoras e pelas amizades que fez em um sarau no seu bairro, hoje Midria estuda Ciências Sociais e é poeta. O livro foi ilustrado por Ana Teixeira, artista visual e também escritora. As duas se conheceram numa performance de Midria, quando Ana, encantada com o poema, convidou a poeta para transformar o texto em um livro infantil. Depois, Joe (o designer Joelson Bugila) foi convidado para desenhar o livro com elas, juntando o texto da Midria com as ilustrações da Ana. A menina que nasceu sem cor foi escrito para registrar os caminhos que fizeram a menina se entender como negra e reivindicar a potência de suas raízes, de seu cabelo, de seu povo. Com este livro, Midria espera que mais crianças que nasceram como ela possam se sentir potentes e pertencentes ao mundo desde pequenas.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “A Menina que Nasceu sem Cor”, de Midria, publicado pela editora Jandaíra, em 2020 e com 40 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Jandaíra
Páginas: 40
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6587113265
ISBN13: 9786587113265
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,150
- Altura (cm): 20,00
- Largura (cm): 20,00
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Jandaíra apresentam um diálogo constante com temas sociais urgentes, especialmente relacionados a questões raciais, feminismos dissidentes e educação antirracista. A leitura costuma ser marcada por uma escrita que combina rigor acadêmico e sensibilidade narrativa, com obras que transitam entre o ensaio, depoimentos autobiográficos e literatura infantil ou juvenil. O catálogo revela uma atenção especial a vozes marginalizadas, como mulheres negras, indígenas e grupos LGBTQIA+, sempre com um tom que convida à reflexão crítica e à transformação social. Além disso, há um interesse notável por temas contemporâneos como políticas públicas, empreendedorismo social e meio ambiente, apresentados com linguagem acessível e exemplos concretos.
