
Título: A Menina que Ninguém Queria
Autor: Celine Roberts
Sinopse: Contava apenas sete anos e trazia o vestido da primeira comunhão quando foi violada pela primeira vez. A segunda violação ocorreu dois meses depois. Celine foi então considerada iniciada em matéria de sexo. Ilegítima e indesejada, estava agora pronta para ser prostituta infantil - tendo justamente como proxeneta a sua mãe de acolhimento. Fracturaram-lhe ossos, partiram-lhe o nariz, comeu cera de velas para se manter viva - sempre convencida de que estava a ser castigada. Passados seis longos anos, Celine, então com treze anos, foi finalmente salva e enviada para uma Escola Industrial. Tentou juntar os cacos da sua vida destroçada e, alguns anos mais tarde, iniciou estudos de Enfermagem. Ao mesmo tempo, começou também a procurar os pais biológicos. Mas os seus abalados instintos de sobrevivência mal conseguiram suportar o choque decorrente do que veio a saber. Cheio de tragédia mas também de esperança e coragem, este livro é um testemunho comovente do triunfo de uma mulher sobre o seu passado brutal.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Menina que Ninguém Queria”, de Celine Roberts, publicado pela editora QuidNovi, em 2008 e com 296 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: QuidNovi
Páginas: 296
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9896280916
ISBN13: 9789896280918
Sobre a editora
Os livros da editora Quidnovi oferecem uma experiência de leitura marcada por narrativas densas e reflexivas, que transitam entre o íntimo e o histórico. As histórias frequentemente exploram conflitos pessoais profundos, como o confronto entre identidade e pertencimento, ou o embate entre tradição e transformação social. O catálogo revela obras que se desenrolam em cenários variados, desde ambientes urbanos contemporâneos até paisagens históricas e remotas, como montanhas isoladas ou cidades antigas, sempre com um tom que pode variar do melancólico ao suspense. Há títulos que privilegiam o relato pessoal e a introspecção, enquanto outros apostam em tramas de aventura e mistério, mostrando certa diversidade editorial sem perder uma linha de narrativa envolvente e detalhista.
