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A Menina que Perdeu as Cores

Título: A Menina que Perdeu as Cores

Autor: Marcelo Moutinho

Sinopse: As cores são as primeiras coisas que os olhos das crianças são capazes de distinguir. Uma das mais fortes experiências de interação visual com o mundo que as cerca e, antes mesmo de saber seus nomes, elas já estão por lá associadas ao céu, ao Sol, aos brinquedos e aos bichos. Uma vez que as crianças aprendem a associar os nomes das cores com as coisas do mundo, pulam para uma outra fase onde coisas ganham significado. Mas o que aconteceria se uma dessas crianças perdesse a capacidade de reconhecer essas cores? Qual significado teria todo esse mundo pronto para ser colorido de novo? Em A menina que perdeu as cores, o jornalista e escritor carioca Marcelo Moutinho nos fala de uma menina que de um dia para outro passa a perceber o mundo sem as cores. Tudo vira um quadro sem graça e assustador em tons de cinza, preto e branco. Depois de partir em busca da beleza do seu arco-íris particular perdido, ela descobre outra maneira de perceber o mundo e aprende com alegria a usar o pincel da sua própria vida. Se imaginar é fazer existir, quem sabe essa menina nos ensine um pouco a colorir o caminho das crianças de todas as cores e tamanhos?

Contexto da obra

Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “A Menina que Perdeu as Cores”, de Marcelo Moutinho, publicado pela editora Pallas, em 2013 e com 36 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.

Editora: Pallas

Páginas: 36

Ano: 2013

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8534704996

ISBN13: 9788534704991

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,165
  • Altura (cm): 23,00
  • Largura (cm): 20,00
  • Espessura (cm): 0,30

Sobre o autor

A leitura dos livros de Marcelo Moutinho revela uma escrita que flutua entre o lírico e o cotidiano, entre o íntimo e o externo, com uma cadência que ora é suave, ora marcada por uma tensão emocional contida. Seus textos costumam evitar tramas tradicionais, preferindo focar em fragmentos da vida, em personagens comuns que ganham densidade pela prosa poética e pela atenção aos detalhes. O ritmo é muitas vezes contemplativo, com passagens que parecem pinturas feitas de palavras, onde o passado e a memória esmaecem as cores vivas das cenas. Há uma presença constante da perda, da ausência e da passagem do tempo, mas também do humor discreto e da celebração da cultura popular, especialmente em ambientes urbanos e cariocas. Essa combinação cria uma experiência de leitura que convida à reflexão sobre o que permanece e o que se desvanece, deixando no leitor a sensação de ter visitado um mundo familiar, porém visto sob um olhar sensível e atento.

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Sobre a editora

Os livros da editora Pallas conduzem o leitor por territórios ricos em cultura afro-brasileira, ancestralidade e narrativas que dialogam com a oralidade e a tradição. A leitura costuma trazer uma imersão em temas como religiões de matriz africana, orixás, e histórias que exploram a memória coletiva e individual de comunidades negras. O tom varia entre o poético e o didático, com obras que transitam entre contos, crônicas, relatos históricos e ensaios, sempre com linguagem acessível, mas atenta às sutilezas culturais. O catálogo da Pallas revela ainda um interesse por histórias que abordam questões sociais, como desigualdade racial, violência urbana e resistência, apresentadas sem sentimentalismos, mas com uma tessitura literária que valoriza a experiência humana e a diversidade de vozes.

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