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A morena da estação

Título: A morena da estação

Autor: Ignácio de Loyola Brandão

Sinopse: Vocês vão ler um livro de amor aos trens que, talvez um dia, voltem a circular com passageiros por este Brasil. Memórias alegres, bem - humoradas, com algum drama e suspense, a mostrar as mudanças de mundo, usos e costumes. Um tempo que existiu e que, as vezes, parece ficção. Mas há também atualidades, os dias de hoje, reencontros. Crônicas, contos, breves lembranças, boatos, lendas, curiosidades em torno de vagões, locomotivas, estações, trilhos e túneis. As delícias das viagens, os restaurantes e suas comidas, amores, a vida dos ferroviários, os trens noturnos, a solidão, os vendedores de revistas, as brincadeiras aventureiras nos trilhos. Reconstituo o clima, a atmosfera em que vivemos por muitos anos. Sempre se fala que os trens voltarão. Se voltarem, vocês já saberão algumas coisas sbre eles. Ignácio de Loyola Brandão

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A morena da estação”, de Ignácio de Loyola Brandão, publicado pela editora SIEDUC, em 2021 e com 264 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: SIEDUC

Páginas: 264

Ano: 2021

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 6557611461

ISBN13: 9786557611463

    Sobre o autor

    Os livros de Ignacio De Loyola Brandao apresentam uma leitura que oscila entre o realismo crítico e o fantástico, muitas vezes mergulhando em cenários distópicos ou absurdos que refletem tensões sociais e humanas. A prosa varia entre o ritmo ágil e o tom mais contemplativo, com uma carga de humor ácido e sarcasmo que expõe as contradições do mundo moderno. O leitor é convidado a acompanhar personagens em situações limite — seja em futuros vigiados por tornozeleiras eletrônicas, seja em pequenas cidades marcadas pela brutalidade —, onde o cotidiano se mistura ao surreal. A escrita não se prende a um só estilo, alternando entre narrativas diretas e composições fragmentadas, como cartas, que ampliam a sensação de voyeurismo e cumplicidade. Essa diversidade cria uma experiência de leitura que provoca reflexões sobre poder, medo, desejo e identidade, sempre com uma tensão entre o íntimo e o coletivo.

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