
Título: A morte de Deus e o Assassinato do Pai: Nietzsche e Freud
Autor: Jorge Veschi
Sinopse: O autor procura colocar a questão clínica fundamental envolvendo a problemática do pai. A tarefa é, tal como o exercício da paternidade, uma tentativa. Seu êxito é inseparável de seu fracasso. Seu começo é o prenúncio de seu fim iniciado. Pai, Deus. Deus, Pai. Como evocar um sem sussurrar ao outro? Fala-se de algo que não seja do pai? Para isso seria necessário ir onde os nomes não sejam necessários? Nomeamos. Os nomes estão entranhados na carne, dela não se diferenciam. O pai coloca uma questão; ela é em nós, em nossa vida, em nossa carne. O que é problematizado são as condições do prazer. Quem faz a questão não está distanciando a resposta? O texto tenta desenvolver uma pergunta. Ela não é clara, menos o é a sua resposta. O pai aparece nestas paragens, abrindo ou não abrindo brechas. Nada de certeza, a não ser um pouco de gosto ácido no nome próprio; está ali um estranho. Mas esse estranho é ou não estranho? Jorge Luiz Veschi é psicanalista trabalhando com diversos tipos de situações clínicas. Vinculado à Sociedade de Psicanálise Gradiva do Rio de Janeiro e à Escola Brasileira de Psicanálise - Setor Rio, é também Mestre em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. [extraído da orelha do livro] http://www.jorgeveschi.com.br
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A morte de Deus e o Assassinato do Pai: Nietzsche e Freud”, de Jorge Veschi, publicado pela editora Butiá, em 1996 e com 132 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Butiá
Páginas: 132
Ano: 1996
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
