
Título: A Morte do Pato
Autor: Olavo de Carvalho
Sinopse: “Só não direi que a curta e feliz existência de uma esperança foi o canto de cisne da direita liberal para não ser acusado de elevar, na escala estética das espécies animais, uma facção política que se deixou assar como um pato”. Este quinto volume da série O que restou do Imbecil traz todos os artigos que Olavo de Carvalho publicou no ano de 2002 — para quem não se lembra, ano de eleições, precisamente as que elevaram, pela primeira vez, Luiz Inácio Lula da Silva e o PT ao poder. Interligando acontecimentos nacionais e internacionais, recentes e longínquos, o autor tentava mostrar ao país quem realmente era Lula, e que aquele pleito não passava de um teatro, montado para ocultar o fato de que, por meio da estratégia gramsciana, a esquerda já tinha ocupado todos os espaços e criado para si uma falsa direita. Duas décadas depois, com o mesmo personagem de volta à presidência, reler esses apelos pode ser ao mesmo tempo alarmante e esclarecedor.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “A Morte do Pato”, de Olavo de Carvalho, publicado pela editora Vide Editorial, em 2023 e com 408 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Vide Editorial
Páginas: 408
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8595071977
ISBN13: 9788595071971
Sobre a editora
Os livros da editora VIDE EDITORIAL convidam o leitor a um mergulho denso em temas que transitam entre filosofia, história e política, com uma abordagem que privilegia análises críticas e detalhadas. A experiência de leitura tende a ser marcada por textos que exploram conflitos ideológicos, debates intelectuais e revisões históricas, muitas vezes com tom argumentativo e ritmo reflexivo. O catálogo sugere uma predileção por obras que discutem o poder, a ideologia e as narrativas culturais, apresentando tanto exposições rigorosas quanto ensaios que desafiam visões consolidadas. Há livros que propõem uma leitura estratégica e profunda, enquanto outros adotam um formato mais ensaístico e discursivo, contemplando desde a filosofia clássica até temas contemporâneos de geopolítica e cultura.
