
Título: A mulher nos meus sonhos
Autor: Ariana Taffer
Sinopse: E se você tivesse o azar a chance de prever o seu futuro? Para Maxwell Cooper, sonhos são como sentenças de morte. Desde pequeno, teme as premonições que chegam em forma de pesadelos, e que acabam tirando de sua vida as pessoas que ele mais ama. Matou seus sentimentos deixando de alimentá-los, e com isso, acredita que jamais sentirá amor novamente. Tudo que precisava fazer era não se envolver com as pessoas, para não colocá-las em risco. O plano estava indo bem. Ele afastou todos à sua volta, e durante muito tempo, os pesadelos deixaram de ser um problema, mas tudo muda quando Maxwell começa a sentir uma ligação especial com a sua colega de trabalho, Alice Price, e mesmo apaixonado, a mulher começa a fazer parte de suas premonições de uma forma torturante e sombria.
Contexto da obra
Em coleções literárias, um livro como este costuma ganhar também um sentido editorial mais amplo. “A mulher nos meus sonhos”, de Ariana Taffer, publicado pela editora Autografia, em 2018 e com 376 páginas, integra a categoria Livros de Coleções Literárias. Por isso, o leitor pode ganhar outra perspectiva quando observa não só o texto, mas também a coleção que o abriga.
Editora: Autografia
Páginas: 376
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8551811827
ISBN13: 9788551811825
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,571
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,30
Sobre a editora
Os livros da editora Autografía revelam um interesse por narrativas que transitam entre o íntimo e o coletivo, com temas que vão da superação pessoal à crítica social. Muitas obras exploram dilemas emocionais, como o amor, a fé e a esperança, frequentemente em contextos de adversidade, enquanto outras adotam um tom mais reflexivo e didático, tratando de temas como saúde, direitos humanos e questões ambientais. O catálogo indica diversidade entre textos mais narrativos, como romances e crônicas, e obras informativas, que dialogam com públicos variados, do leitor comum ao acadêmico. Essa combinação cria um ritmo que ora convida à emoção, ora à reflexão, com linguagem acessível e conteúdo multifocal.
