
Título: A Mulher que Amou o Faraó
Autor: Maria Helena Trindade Lopes
Sinopse: Quando Ísis, a velha cantora de Amon, abriu a porta da sua memória à neta Tity, estava longe de imaginar que iria entrar numa emocionante viagem ao encontro de si própria e da história recente do país dos faraós, o Egipto… Amenhotep IV, no ano cinco do seu reinado, decide abandonar Waset, terminar com o culto tradicional e fundar uma nova capital numa zona inóspita e desgastada pelos ventos, na margem leste do rio Nilo. Deu-lhe o nome de Akhetaton. O lugar da primeira vez. Era nesta nova cidade que sonhava escrever uma nova página da História do Egipto. Junto da sua mulher, a tão encantadora quanto perigosa Nefertiti, cuja beleza enfeitiçava os homens, e com o apoio do seu ajudante de campo, o confidente e fiel amigo Ahmés. Mas a intriga, a desconfiança e a traição instalam-se e o sonho cedo cai por terra, graças àqueles que lhe são mais próximos. Só uma pessoa permanece ao seu lado, a jovem Ísis, a cantora de voz doce, que tudo faz em nome de um grande amor. E cuja história de paixão e coragem é digna de ser contada durante muitas e muitas gerações.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Mulher que Amou o Faraó”, de Maria Helena Trindade Lopes, publicado pela editora A Esfera dos Livros, em 2011 e com 256 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: A Esfera dos Livros
Páginas: 256
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9896263116
ISBN13: 9789896263119
Sobre a editora
Os livros da editora A Esfera dos Livros apresentam uma leitura que transita entre a análise histórica detalhada e a exploração do comportamento humano, com narrativas que frequentemente abordam personagens e eventos marcantes sob uma luz menos convencional. As sinopses sugerem um catálogo que privilegia obras densas, com tom reflexivo e investigativo, onde o passado é revisitado para revelar aspectos pouco conhecidos ou questionar versões tradicionais. Há também espaço para temas contemporâneos, como a psicologia das relações e crises financeiras, que trazem um ritmo mais direto e informativo, contrastando com os relatos mais narrativos e biográficos. O leitor encontra textos que combinam rigor documental com uma linguagem acessível, em que a tensão e o drama surgem tanto em contextos históricos quanto em situações do cotidiano.
