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A mulher que era minha

Título: A mulher que era minha

Autor: Silvino Patente Neto

Sinopse: Como o autor bem reconhece, o que fica dentro do ser humano é só curiosidade, perguntas do que nunca se sabe com certeza. Seu herói, Dioclides, conhecido por Dió, é apenas um sertanejo de São João do Paraíso que perdeu a mulher Genésia, fugida durante as festas juninas, na calada da noite. Perdeu sua amada para um boia-fria de costeletas e muita lábia destemperada. Foi o que lhe contaram e assim Dió suportou a vergonha de ter a mulher roubada: durante um ano inteiro se amparou na esperança de que ela se arrependesse. Mas ela não voltou. Foi aí que trocou a incerteza pela desilusão e, para tirar da lembrança a fogueira de São João, deixou um bilhete rabiscado para sua mãe: Um dia eu volto. Em ''''A mulher que era minha'''', Silvino Patente Neto traz toda a beleza, simplicidade e as tramas intrincadas da vida sertaneja que se desenrola no coração das cidades mineiras e paulistas desse Brasil imenso, belo e diverso.

Contexto da obra

Na ficção juvenil, obras como esta costumam ganhar força pela identificação e pela fluidez da leitura. “A mulher que era minha”, de Silvino Patente Neto, publicado pela editora Jaguatirica, em 2016 e com 198 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Juvenil. Esse contexto costuma ser útil para situar o livro dentro das experiências e sensibilidades do público jovem.

Editora: Jaguatirica

Páginas: 198

Ano: 2016

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8556620345

ISBN13: 9788556620347

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,233
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 1,20

Sobre a editora

Os livros da editora JAGUATIRICA convidam o leitor a navegar por narrativas que transitam entre o ensaio histórico e a ficção sensível, com uma atenção especial às relações humanas e às tensões sociais. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram a memória, o cotidiano e os dilemas contemporâneos, ora com um tom reflexivo e filosófico, ora com uma escrita mais lírica e poética. A presença de textos que abordam conflitos familiares, processos de mediação e autoconhecimento indica um interesse em temas que dialogam com a transformação pessoal e social. Ao mesmo tempo, há espaço para obras que trazem relatos históricos detalhados e análises culturais, ampliando o espectro para leitores que buscam profundidade e contextualização. A diversidade do catálogo da JAGUATIRICA mostra-se, portanto, em sua capacidade de reunir títulos que vão do íntimo ao coletivo, do passado ao presente, com ritmo e densidade variados.

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