
Título: A mulher que se (re)descobriu
Autor: Ana Vargas
Sinopse: Uma mulher desce os muitos degraus de uma longa escada como se buscasse o centro de sua consciência. Foi essa lembrança de um sonho que inspirou o conto que abre este “A mulher que se (re) descobriu”. Outra inspiração veio da obra “Relatividade” do artista holandês M. C. Escher, uma gravura que, segundo os críticos, expressa através de várias figuras humanas entre escadas, um quê de unificação e fragmentação. Talvez a autora também tenha tentado buscar nestes escritos uma unidade em meio ao caos que, queiramos ou não, compõe nossos dias neste planeta. Sim, talvez tenha sido este seu desejo, pois, através de narrativas assumidamente irregulares, existe essa (vã?) tentativa de unificar histórias que são, sobretudo, desiguais. A autora entende que estes aspectos podem causar estranhamento, espanto e outras ‘reações adversas’ nos leitores, mas ela acredita (é uma sonhadora nata, outro defeito que possui, algo bem grave nos dias de hoje) que este livro precisava nascer. Precisava ganhar corpo e existir. Ainda que seja desigual, irregular e esquisito. Por fim, este livro é (como informado nas primeiras páginas) um ‘terreno acidentado’ e, enquanto ‘caminha’ por suas páginas, você vai se deparar com histórias profundas, banais, estranhas, levemente engraçadas, simplórias, piegas, nostálgicas... Enfim, com estilhaços de fragmentos dessa ‘bizarrice’ chamada vida que entrelaça todos nós.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A mulher que se (re)descobriu”, de Ana Vargas, publicado pela editora Editora Penalux, em 2024 e com 110 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora Penalux
Páginas: 110
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6558626497
ISBN13: 9786558626497
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Penalux oferecem uma experiência literária marcada por uma forte presença da poesia e da prosa reflexiva, com um foco evidente na exploração da subjetividade humana e das emoções. Muitas obras convidam o leitor a um mergulho íntimo, seja por meio de versos que abordam temas como a existência feminina, a morte, a memória e o luto, ou por narrativas que transitam entre o real e o subjetivo, com uma linguagem que ora é lírica e sensorial, ora analítica e crítica. O catálogo sugere uma preferência por textos que valorizam o lirismo e a densidade emocional, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto pulsante, e que frequentemente propõem uma reflexão sobre o tempo, a identidade e as relações humanas.
