
Título: A Música Clássica da Índia
Autor: Alberto Marsicano
Sinopse: A música clássica, na Índia, é uma tradição milenar passada oralmente de mestre a discípulo. Seus fundamentos básicos são, até hoje, tidos como secretos, restritos apenas às Gharanas (linhagens de ensino musical). Muito do que o leitor encontrará neste volume, em termos de filosofia da música, seu caráter iniciativo, estrutura melódica e lendas, foi minuciosamente registrado pelo autor, Alberto Marsicano - o introdutor do citar clássico no Brasil -, nas magistrais preleções de Pandit Ravi Shankar e Krishna Chakravarty, da Universidade de Benares (Banaras Hindu University). O CD que acompanha o livro apresenta as milenares peças musicais indianas, ''''Ragas'''', além de peças de compositores por elas influenciados, como Erik Satie e Debussy, em interpretações inauditas de Marsicano. A Música Clássica da Índia será, certamente, uma obra de referência a leitores e ouvintes que almejam ampliar seus horizontes musicais e filosóficos.
Contexto da obra
Na área de Música, obras como esta costumam ganhar força quando articulam escuta, repertório e contexto cultural. “A Música Clássica da Índia”, de Alberto Marsicano, publicado pela editora Perspectiva, em 2006 e com 120 páginas, integra a categoria Livros de Música. Na prática, isso ajuda a entender melhor como a obra pode servir tanto à memória quanto ao estudo e à escuta.
Editora: Perspectiva
Páginas: 120
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527307618
ISBN13: 9788527307611
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,264
- Altura (cm): 20,50
- Largura (cm): 18,00
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
