
Título: A Música e o Inefável
Autor: Jankélévitch Vladimir
Sinopse: «Há na música uma dupla complicação, geradora de problemas metafísicos e de problemas morais, que alimenta continuamente a nossa perplexidade. Por um lado, a música é simultaneamente expressiva e inexpressiva, séria e frívola, profunda e superficial. Tem sentido e não tem sentido. Será a música um divertimento sem importância? Ou antes uma linguagem cifrada, como o hieróglifo de um mistério? Ou talvez ambas as coisas? Mas esse equívoco essencial tem também um aspeto moral: há um contraste desconcertante, uma desproporção irónica e escandalosa entre o poder encantatório da música e a profunda inevidência da beleza musical.» Leitura recomendada pelo Plano Nacional de Leitura. Maiores de 18 anos.
Contexto da obra
Na área de Música, obras como esta costumam ganhar força quando articulam escuta, repertório e contexto cultural. “A Música e o Inefável”, de Jankélévitch Vladimir, publicado pela editora Edições 70, em 2018 e com 174 páginas, integra a categoria Livros de Música. Na prática, isso ajuda a entender melhor como a obra pode servir tanto à memória quanto ao estudo e à escuta.
Editora: Edições 70
Páginas: 174
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 9724420639
ISBN13: 9789724420639
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,250
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora EDIÇOES 70 propõem uma experiência de leitura que combina rigor intelectual com acessibilidade, transitando entre ensaios filosóficos, análises históricas e reflexões éticas. O catálogo privilegia obras que exploram questões complexas como a ética aplicada, a filosofia política, e a relação entre ciência, sociedade e cultura, frequentemente apresentadas em formatos que vão do texto acadêmico ao ensaio mais didático. Há uma atenção recorrente a temas como a responsabilidade social, a evolução do pensamento humano e a interpretação crítica da história, sempre com um tom que convida à reflexão sem perder a clareza. As narrativas não são uniformes: algumas são mais densas e conceituais, enquanto outras adotam um ritmo mais fluido e acessível, aproximando-se do leitor interessado em compreender o mundo contemporâneo e suas raízes.
