
Título: A natureza da Psique
Autor: Carl Gustav Jung
Sinopse: Em seus estudos dos arquétipos do inconsciente coletivo, Jung chegou à conclusão de que o homem possui uma função religiosa natural. A esse respeito é interessante observar o relato de Jung sobre místico suíço Nicolau van de Flüe ("Bruder Klaus"). O irmão Nicolau, conta-nos Jung (2002), teve uma visão da Trindade. O efeito de tal visão foi tão grande, a ponto de ele mandar pintá-la na parede de sua cela. A visão de Bruder Klaus foi representada numa pintura da época e está preservada na Igreja paroquial de Sachseln: "é uma mandala dividida em seis partes, cujo centro é o semblante coroado de Deus" (Jung, 2002, par.12). Em seu êxtase, a visão que aparecera a Bruder Klaus era tão terrível que o seu semblante se desfigurou, de tal forma que as pessoas se assustavam quando o viam, passando a temê-lo. Podemos, então, pensar naquele mysterium tremendum, de que fala Otto, cuja força pode nos arrebatar, deixando-nos aturdidos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A natureza da Psique”, de Carl Gustav Jung, publicado pela editora Vozes, em 2006 e com 409 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vozes
Páginas: 409
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Vozes convidam o leitor a um contato profundo com temas que transitam entre o espiritual, o educacional e o filosófico, frequentemente com uma abordagem reflexiva e didática. A experiência de leitura é marcada por textos que ora se apresentam como instrumentos práticos — como manuais para projetos ou guias para catequese — ora se aprofundam em análises filosóficas e sociológicas, revelando um tom sério e contemplativo. Muitas obras exploram a dimensão da fé, da mística e da oração, enquanto outras investigam questões da psicologia, pedagogia e ética, oferecendo uma diversidade que, apesar de ampla, mantém um foco na formação do indivíduo e da comunidade. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras mais narrativas, como memórias e parábolas, e textos de caráter mais informativo e teórico, com linguagem acessível e estruturada para diferentes públicos, desde estudantes até leitores interessados em espiritualidade e ciências humanas.
