
Título: A noite em que o amor morreu
Autor: Taís Morais
Sinopse: SINOPSE: Eis uma obra que a literatura devia ao Brasil, à América Latina e ao mundo. Taís Morais fala do que conhece e nos revela o romance, o drama, a comédia humana que brota de nossa história recente e que só ela poderia contar. [...] Os anos eram de chumbo. [...] Se o heroísmo é para poucos, o amor também não é para amadores e no meio de tanta gente, eis a cidade, Brasília, uma das personagens da história, plena de quimeras, labutas e desejos, que precisa ser despida da imagem intimidadora que muitos têm dela e abraçada como o paraíso ignorado que é, lugar onde pessoas vivem vidas comuns em meio àquelas que fazem a história e muitas vezes esses papéis se misturam e se desarrumam na desordem da cidade tão perfeitamente planejada. Mas, a questão que ocorre ao leitor diligente é: como não temos no Brasil mais livros assim?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A noite em que o amor morreu”, de Taís Morais, publicado pela editora Editora Penalux, em 2018 e com 346 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora Penalux
Páginas: 346
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788558334464
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Penalux oferecem uma experiência literária marcada por uma forte presença da poesia e da prosa reflexiva, com um foco evidente na exploração da subjetividade humana e das emoções. Muitas obras convidam o leitor a um mergulho íntimo, seja por meio de versos que abordam temas como a existência feminina, a morte, a memória e o luto, ou por narrativas que transitam entre o real e o subjetivo, com uma linguagem que ora é lírica e sensorial, ora analítica e crítica. O catálogo sugere uma preferência por textos que valorizam o lirismo e a densidade emocional, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto pulsante, e que frequentemente propõem uma reflexão sobre o tempo, a identidade e as relações humanas.
