
Título: A Noite Escura e Mais Eu
Autor: Lygia Fagundes Telles
Sinopse: Publicado originalmente em 1995, A Noite Escura e Mais Eu (título tirado de um verso de Cecília Meireles) enfeixa nove contos breves de alta intensidade dramática e extrema precisão literária. Usando ora a primeira, ora a terceira pessoa narrativa, Lygia Fagundes Telles parece colher sempre suas personagens no contrapé, em situações-limite que revelam o que elas têm de mais secreto e incomunicável. São, em geral, histórias de destinos frustrados em algum momento, seja por circunstâncias externas, seja por traumas e fantasmas interiores. Nestes contos de maturidade, a autora exibe toda a sua maestria narrativa, feita de sensibilidade e sutileza, onde não há lugar para o exibicionismo nem para a vulgaridade.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “A Noite Escura e Mais Eu”, de Lygia Fagundes Telles, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2009 e com 128 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 128
Ano: 2009
Edição: Literatura Infantojuvenil
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 853591546X
ISBN13: 9788535915464
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,195
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
