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A Opção Imperialista

Título: A Opção Imperialista

Autor: Mário Pedrosa

Sinopse: Um dos mais sérios problemas com que hoje se defronta a investigação política é o da imprecisão terminológica e conceitual que vem envolvendo muitos de seus instrumentos de análise. Uma série de conceitos-chave foram de tal maneira empapados de ideologia que a discussão como que tem sido levada muito mais a se fixar de maneira estática no conceito, seja para mantê-lo oi para negá-lo in totum, do que a desenvolver o esforço de examinar dinamicamente a sua adequação face às novas realidades históricas e sociais existentes. Imperialismo é um dos mais acabados exemplos disso, onde a fronteira entre a abordagem científica e o slogan nem sempre se torna clara e discernível até mesmo para o próprio analista. Mais importante ainda: onde a ênfase que se reduz à negação ou afirmação pura e simples (e nem sempre inteligente) do fenómeno faz com que se perca de vista o essencial, isto é, as consequências e projeções históricas e sociais do próprio desenvolvimento dos modernos sistemas económicos. Considere-se eles "imperialistas" ou não.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Opção Imperialista”, de Mário Pedrosa, publicado pela editora Civilização Brasileira, em 1966 e com 546 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Civilização Brasileira

Páginas: 546

Ano: 1966

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Mário Pedrosa revela um pensamento crítico que se movimenta entre a análise rigorosa e a sensibilidade estética, com uma prosa que combina densidade conceitual e clareza. O ritmo varia entre o ensaio reflexivo e a argumentação vigorosa, criando uma tensão constante entre a teoria e a prática, entre o político e o artístico. A experiência é marcada por um olhar atento às transformações sociais e culturais, que não se limita a definições estáticas, mas busca compreender os fenômenos em sua dinâmica histórica. Em seus textos, o leitor encontra uma preocupação constante com a função social da arte e a relação entre arte e política, sempre com um enfoque crítico que evita simplificações. Essa combinação faz dos livros de Mário Pedrosa uma leitura que desafia e instiga, convidando à reflexão profunda sobre o papel da crítica e da cultura.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Civilização Brasileira apresentam uma experiência de leitura que transita entre o rigor histórico, a análise social e a literatura de qualidade. O catálogo reúne obras que exploram desde a formação política e social do Brasil até reflexões filosóficas e ensaios críticos, muitas vezes com um viés marxista ou político, mas também com espaço para literatura e poesia. A diversidade temática inclui estudos detalhados sobre períodos históricos, biografias, e análises culturais, com textos que combinam densidade conceitual e linguagem acessível, favorecendo leitores interessados em aprofundar seu entendimento sobre o Brasil e o mundo. O tom dos livros varia entre o didático e o narrativo, com algumas obras adotando uma abordagem mais interpretativa e outras privilegiando a pesquisa documental.

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