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A oração: Eu a reencontrei

Título: A oração: Eu a reencontrei

Autor: Pierre Guilbert

Sinopse: "É necessário coragem, sobretudo quando se é padre, para confessar em um livro as próprias hesitações, as próprias fraquezas, os recuos na prática da oração...". "Eu já não tinha tempo para a oração, não rezava mais, ou muito raramente..." Estas e outras são confidências feitas pelo autor, Pierre Guilbert, sacerdote francês, que vem apanhadas de um rico testemunho sobre o seu reencontro com a oração, uma prática cada vez mais rara nos dias de hoje. Mas falar de oração, através da intimidade de um testemunho próprio, não poderá parexcer nos nossos dias – tão dominados pela técnixca, pelo pragmatismo – um disxcurso anacxrônixco? A presente obra, no entanto, é tão próxima do leitor que o leva a partixcipar da humilde e alegre experiência da descoberta feita pelo autor, uma descoberta que transformou sua vida. A oração há muito estava em seu encalço, e ele a encontrou dentro de si, lá “onde não procurava”. Sem considerar-se um mestre, nem um guia, ele comunica tudo com alegria, esperança e paz. E por isso pode exclamar: a oração eu a reencontrei! Pierre Guilbert, nascido em 1924, é vigário da paróquia São Tomás de Aquino, em Paris, e publicou anteriormente pela Editions le Centurios “II ressuscita le trosième jour”.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A oração: Eu a reencontrei”, de Pierre Guilbert, publicado pela editora Cidade Nova, em 1987 e com 104 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Cidade Nova

Páginas: 104

Ano: 1987

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre a editora

    Os livros da editora CIDADE NOVA costumam explorar temas ligados à espiritualidade, fé e reflexões filosóficas, com um olhar atento às questões humanas e sociais. A experiência de leitura frequentemente envolve um tom contemplativo, que convida o leitor a pensar sobre o amor, a dor, a esperança e a construção de um mundo mais fraterno. Há obras que apresentam narrativas autobiográficas e testemunhos, enquanto outras adotam um estilo mais didático e analítico, como textos que discutem ciência, pós-modernidade e economia social. O catálogo sugere uma diversidade entre obras mais narrativas, voltadas para experiências pessoais e relatos, e outras mais informativas, que abordam conceitos complexos de forma acessível.

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