
Título: A ordem médica: Poder e impotência do discurso médico
Autor: Jean Clavreul
Sinopse: La médecine est fascinée par son efficacité sur ce qu'elle constitue comme son objet : la maladie. Elle n'est pas moins fascinante par son efficience sur ce qu'elle destitue : l'homme comme sujet du désir. Vestale du désir insatisfait, l'hystérique n'a cessé de provoquer le médecin jusque dans ses temples, de l'Asclépiade de Cos à l'hôpital de la Salpétrière. C'est de l'échec du savoir médical ainsi constaté, que Freud a tiré la leçon : on ne fait pas la loi au désir, c'est le désir qui est la loi. À partir de l'enseignement de Lacan, le discours médical apparaît dans la permanence de sa structure, que masque le progrès ambigu de son pouvoir. L'apport du discours psychanalytique — dont on ne saurait s'étonner qu'il soit nul pour l'épistémologie médicale — ne peut consister à soutenir, combattre, ou infléchir le discours médical. Il est de constituer une clinique psychanalytique autonome, où il rencontre le réel.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A ordem médica: Poder e impotência do discurso médico”, de Jean Clavreul, publicado pela editora brasiliense, em 1983 e com 274 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: brasiliense
Páginas: 274
Ano: 1983
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 2020047632
ISBN13: 9782020047630
Sobre a editora
Os livros da editora BRASILIENSE convidam a uma imersão em temas históricos, sociais e culturais com abordagem analítica e narrativa densa. O catálogo privilegia obras que exploram desde a formação das cidades e sistemas econômicos até movimentos sociais e transformações políticas, sempre com um olhar crítico e fundamentado. A leitura costuma exigir atenção aos processos históricos e sociais, com textos que mesclam didatismo e reflexão, abordando desde o feudalismo até a industrialização e lutas operárias. Há também espaço para narrativas que exploram memórias pessoais e coletivas, às vezes com um tom mais intimista ou literário, o que indica uma diversidade que vai do ensaio histórico ao relato ficcional e poético.
