
Título: A orelha de Van Gogh: Contos
Autor: Moacyr Scliar
Sinopse: Moacyr Scliar pode ser lido em doze idiomas, proeza em si espantosa para um autor brasileiro distante do pitoresco tropical, da saga político-social e das fórmulas consagradas do "realismo mágico" clássico. A orelha de Van Gogh ganhou o prêmio Casa de Las Américas, talvez o mais importante no âmbito da América hispano-portuguesa.Os contos de A orelha de Van Gogh espantam pela simplicidade formal, vizinha da parábola bíblica e do fabulário judaico, só que acrescida de um humor sutil e algo melancólico, do tipo que faz rir à mente a partir da construção de paradoxos muitas vezes cruéis. Tal é o caso, por exemplo, do conto que dá nome ao livro, modelo deconcisão e ironia, onde uma situação humana quase trágica, tensionada por um detalhe mórbido, produz uma verdadeira "bofetada metafísica" no leitor, para usar expressão muito cara a Julio Cortázar."Os leitores estão convocados a descobrir os prazeres da obra deste mestre brasileiro."New York Times
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “A orelha de Van Gogh: Contos”, de Moacyr Scliar, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1989 e com 168 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 168
Ano: 1989
Edição: Artes e Cultura
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571640483
ISBN13: 9788571640481
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,203
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,90
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
