
Título: A Orgia Perpétua. Flaubert e Madame Bovary
Autor: Llosa Vargas
Sinopse: Mario Vargas Llosa mescla memória e erudição para falar de um autor essencial para a arte do romance: Gustave Flaubert. Vargas Llosa não fala apenas "por que Madame Bovary remexeu camadas tão profundas do meu ser, por que me deu o que outras histórias não conseguiram me dar", fala também das circunstâncias em que Flaubert o escreveu, de suas dificuldades para encontrar "a palavra justa" em cada frase, e de suas frequentes discussões e ideias sobre a literatura. A orgia perpétua é uma porta de entrada ao mundo flaubertiano, mas é também uma experiência emocionante sobre a força transformadora da ficção.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “A Orgia Perpétua. Flaubert e Madame Bovary”, de Llosa Vargas, publicado pela editora Alfaguara, em 2015 e com 280 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Alfaguara
Páginas: 280
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8579624312
ISBN13: 9788579624315
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,360
- Altura (cm): 23,40
- Largura (cm): 15,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Alfaguara convidam o leitor a mergulhar em narrativas que transitam entre o suspense intenso e a reflexão profunda sobre temas sociais contemporâneos. Em seu catálogo, convivem histórias que exploram desde crimes reais e suas consequências culturais até trajetórias pessoais marcadas por perdas e reconstruções, frequentemente ambientadas em contextos latino-americanos ou europeus. A prosa costuma alternar entre o ritmo acelerado de thrillers e o tom mais contemplativo de romances que investigam memórias e identidades, apresentando personagens complexos em situações limite. A diversidade de vozes sugere uma preferência por obras que desafiam o leitor a acompanhar tramas intricadas, ora com tensão crescente, ora com uma escrita mais densa e poética.
