
Título: A origem do mundo
Autor: Matheus Arcaro
Sinopse: Uma costura de mulheres. Tarsila alinhavada com Eulália, Amanda, Lúcia, Adelaide, Rosa. E na mesma sequência de pontos está Capítulo, Macabéa e Deus (sim neste pano Deus é mulher). A origem do mundo, contos de Matheus Arcaro, traz a breve história de dezessete mulheres. Uma menina que perde a mãe, uma mulher que é quase mãe, uma avó que recebe a visita dos netos, uma Vênus de Milo com braços, uma sogra assassina, uma bebê ainda não nascida, uma mulher prestes a se explodir, uma puta que segreda o sonho de ser freira, uma condenada no corredor da morte. E cada uma delas, portando útero e ovário, poderia, sozinha, ter gestado e parido o universo inteiro. Com uma narrativa sensível e habilidosa, Matheus não responde à pergunta que bell hooks faz na epígrafe: "o que é uma mulher?". Mas certamente faz com que o leitor reflita sobre ela. (Maria Fernanda Elias Maglio, Prêmio Jabuti, Prêmio Biblioteca Nacional)
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A origem do mundo”, de Matheus Arcaro, publicado pela editora Patuá, em 2023 e com 132 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Patuá
Páginas: 132
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6558644878
ISBN13: 9786558644873
Sobre a editora
Os livros da editora Patuá convidam o leitor a navegar por universos literários que exploram a intensidade das emoções e a complexidade das relações humanas, muitas vezes atravessadas por temas como memória, identidade e transformação. A leitura costuma oscilar entre o lírico e o inquietante, com narrativas que transitam entre o realismo poético e o fantástico, sem abrir mão de um tom reflexivo e, por vezes, melancólico. A prosa e a poesia se entrelaçam em textos que desafiam a linearidade, valorizando a fragmentação e a experimentação formal. O catálogo revela obras que dialogam com questões sociais atuais, como sexualidade, violência e silêncio, sempre com uma escrita que privilegia a densidade afetiva e o ritmo cadenciado.
