
Título: A Origem Dos Irmaos Coyote
Autor: LUIZ / SILVA MONFORTE
Sinopse: Uma narrativa de aventura de tirar o fôlego! O espaço alterna-se. Ora a ação desenrola-se em São Paulo, ora no Rio de Janeiro. O enredo? Um grupo de jovens filiados ao Moregreen, um grupo ecológico, envolve-se em uma arriscada e perigosa missão: impedir o plano diabólico de um empresário corrupto. Eu tenho um superpetroleiro, já velho, chamado Marina Lima. (...) Tanto a carga quanto o petroleiro estão no seguro. Eu quero afundar o navio na Baía de Guanabara, e receber o dinheiro do seguro. (...) O autor mescla habilmente deuses misteriosos, policiais, delegados, o Comando Vermelho, os Verdíssimos em uma história em que a temática principal é a discutida questão ecológica. O petróleo vai sujar a Baía de Guanabara inteirinha - Caio Graco disse. - Através do canal do Jardim de Alá, o petróleo vai invadir a Lagoa Rodrigo de Freitas também. E vai entrar em alguns rios.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “A Origem Dos Irmaos Coyote”, de LUIZ / SILVA MONFORTE, publicado pela editora GLOBAL, em 2001 e com 96 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: GLOBAL
Páginas: 96
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526005820
ISBN13: 9788526005822
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Global apresentam uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e formal, que vai da poesia com jogos de linguagem e sonoridade refinada a narrativas curtas que exploram a condição humana em suas múltiplas facetas. O catálogo reúne obras que mesclam reflexão social e política, biografias, literatura infantil e juvenil com forte apelo visual, além de textos que convidam à meditação e ao autoconhecimento. O tom varia entre o lírico e o crítico, com frequência imerso em contextos históricos ou culturais específicos, como a cultura indígena ou o cenário brasileiro contemporâneo. Essa variedade sugere uma curadoria que valoriza tanto a densidade literária quanto a acessibilidade, com atenção a diferentes públicos, do leitor infantil ao adulto interessado em ensaios e crônicas.
