
Título: A Paixão da Marquesa de Sade
Autor: Jeanine Delpech
Sinopse: Pensa-se raramente no Marquês de Sade como um sedutor. E, no entanto, soube inspirar à sua mulher uma paixão tão louca, capaz de fazer pouco a pouco de uma criatura fria e devota uma escrava deslumbrada, cúmplice de seus furores eróticos. Ela o defende, o protege, e entra tão bem em seu jogo que acaba por acreditar que seu “bom menino" seja perseguido por pessoas que pensam bizarramente. Sua personalidade parece mais estranha que a do marido: se este reconhece que a “singularidade nos prazeres" faz dele um ser à parte, sua mulher parece achar naturais as piores perversões. Arruinada, traída, com a reputação perdida, descobre a felicidade no orgulho de ser a única a compreender um homem extraordinário, e que tem necessidade dela. Nascida virtuosa até a ingenuidade, como Justine, um amor sublime lhe permitiu manter sem fraquezas seu papel de heroína nesse roman noir que foi a vida conjugal do Marquês e da Marquesa de Sade.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Paixão da Marquesa de Sade”, de Jeanine Delpech, publicado pela editora Edigraf, em 1979 e com 152 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Edigraf
Páginas: 152
Ano: 1979
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Edigraf costumam oferecer ao leitor um mergulho em narrativas clássicas e antológicas, com forte presença do conto como forma literária. A experiência de leitura frequentemente envolve uma variedade de vozes e estilos, desde a literatura erótica francesa até os contos tradicionais de várias nacionalidades, como americana, russa, portuguesa e espanhola. O ritmo dessas obras varia entre o mais narrativo e o mais reflexivo, com temas que vão do cotidiano burgês aos universos fantásticos e históricos. O tom pode alternar entre o dramático, o introspectivo e o até mesmo o sensual, criando um contraste interessante dentro do catálogo. Essa diversidade sugere um público que aprecia textos densos, muitas vezes com um recorte clássico e literário.
