
Título: A Paixão e A Exceção
Autor: Beatriz Sarlo
Sinopse: Beatriz Sarlo faz parte de uma geração formada politicamente pelo peronismo e culturalmente por Jorge Luis Borges. Esses dois pólos de gravitação da paisagem cultural argentina no século XX constituem o eixo deste livro. Para entender Evita Perón, a autora capta as minúcias de seus penteados, roupas e jóias, poses fotográficas e discursos. O corpo de Eva forjou a imagem do peronismo; depois de sua morte, o corpo embalsamado transformou-se em objeto de paixão e fanatismo, símbolo do movimento que atingiu o clímax em 1970, quando os Montoneros executaram o general Pedro Eugenio Aramburu, chefe da junta militar que depusera Perón. Para compreender o que une as duas faces do peronismo à obra de Jorge Luis Borges, antiperonista visceral, Sarlo trabalha em três planos que se cruzam em torno do texto borgiano, da excepcionalidade da beleza de Evita e da excepcionalidade passional da vingança política. A paixão e a exceção é uma co-edição da Companhia das Letras com a Universidade Federal de Minas Gerais.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “A Paixão e A Exceção”, de Beatriz Sarlo, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2005 e com 304 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 304
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9788535906776
ISBN13: 9788535906776
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
