
Título: A Paixão Segundo a Ópera
Autor: Jorge Coli
Sinopse: A Paixão Segundo a Ópera'''', de Jorge Coli, é uma reunião de ensaios e estudos que vai muito além da sua paixão pelo gênero. Discorrendo sobre vários compositores e libretistas que cultivaram o gênero nos últimos séculos, em sua maioria europeus, o autor analisa Otelo, de Shakespeare, em que detalha a complexidade da peça, recriada como ópera por Rossini e também por Verdi. Wagner, Charpentier, Puccini, além dos já citados Verdi e Rossini, são enfocados no presente trabalho, que chega até o modernismo brasileiro, ilustrado por uma comparação entre Carlos Gomes e Villa-Lobos. ''''A Paixão Segundo a Ópera'''' é um revelador tratado sobre as emoções humanas na história das artes, de interesse singular para estudiosos de música, teatro e artes em geral, que a Editora Perspectiva leva ao leitor brasileiro em sua coleção Debates.
Contexto da obra
Na área de Música, obras como esta costumam ganhar força quando articulam escuta, repertório e contexto cultural. “A Paixão Segundo a Ópera”, de Jorge Coli, publicado pela editora Perspectiva, em 2003 e com 138 páginas, integra a categoria Livros de Música. Na prática, isso ajuda a entender melhor como a obra pode servir tanto à memória quanto ao estudo e à escuta.
Editora: Perspectiva
Páginas: 138
Ano: 2003
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527303388
ISBN13: 9788527303385
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,140
- Altura (cm): 20,50
- Largura (cm): 11,50
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
