
Título: A palavra arquitetônica
Autor: Renato Leão Rego
Sinopse: Os textos aqui apresentados com um fim meramente didático, há muito conhecidos de publicações estrangeiras, trazem, sob forma variada de manifesto, discurso e crítica, o olhar crítico que estabeleceu então as bases do projeto. Crítica de arquitetura e arquitetura, Renato Leão Rego; As belas-artes, Alvar Aalto; A responsabilidade do arquiteto, Alvar Aalto; O espírito novo em arquitetura, Le Corbusier; Forma e desenho, Louis Kahn; Sobre um pobre homem rico, Adolf Loos; O princípio do revestimento, Adolf Loos; Regras para quem constrói nas montanhas, Adolf Loos; Sobre o significado e a tarefa da crítica, Mies van der Rohe; A arte de construir e o espírito da época, Mies van der Rohe; Os novos tempos, Mies van der Rohe; Estamos no ponto crítico dos tempos: a arte de construir como a expressão de decisões espirituais, Mies van der Rohe; Arquitetura e natureza, Frank Lloyd Wright A destruição da caixa, Frank Lloyd Wright;
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A palavra arquitetônica”, de Renato Leão Rego, publicado pela editora Arte & Ciência, em 1999 e com 96 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Arte & Ciência
Páginas: 96
Ano: 1999
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Arte & Ciência convidam a uma leitura que combina clareza com profundidade, abordando temas que vão da ciência à cultura, da história social à educação. O catálogo revela um interesse marcado por narrativas que exploram processos humanos e sociais, seja na trajetória individual ou em contextos coletivos, como migrações, formação cultural e conflitos históricos. A linguagem tende a ser acessível, mas sem abrir mão do rigor, favorecendo tanto o leitor interessado em ensaios quanto aquele que busca histórias com carga emocional e reflexiva. Há obras que propõem uma imersão em realidades específicas, como o desenvolvimento humano, a identidade cultural nordestina ou a formação social brasileira, criando um contraste entre textos mais informativos e outros com tom narrativo e pessoal.
