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A Panelinha de Breu

Título: A Panelinha de Breu

Autor: Bernadette Lyra

Sinopse: Nesse romance,Bernadette recria, parodisticamente, a lenda capixaba surgida a partir da história de Maria Ortiz.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Panelinha de Breu”, de Bernadette Lyra, publicado pela editora Estação Liberdade, em 1992 e com 93 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Estação Liberdade

Páginas: 93

Ano: 1992

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Bernadette Lyra é marcada por um equilíbrio entre o íntimo e o externo, onde memórias pessoais se entrelaçam com paisagens e personagens que parecem emergir de mundos distintos. Sua prosa varia entre o sintético e o detalhado, ora rápida e irônica, ora contemplativa e quase mística, criando uma tensão constante entre o real e o imaginário. A autora constrói personagens multifacetados, que transitam entre a solidão e a convivência com o mundo, trazendo à tona desejos, ressentimentos e pequenas vinganças com uma dose sutil de humor e perversidade. Em alguns textos, a narrativa assume um tom quase paródico, enquanto em outros se mantém mais sério e denso, revelando a diversidade de ritmos e vozes presentes em sua obra. Essa multiplicidade torna a experiência de leitura instigante, convidando o leitor a navegar por histórias que desafiam expectativas e exploram a complexidade das relações humanas.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Estação Liberdade convidam o leitor a mergulhar em narrativas que exploram a memória, a identidade e as tensões sociais, muitas vezes em contextos históricos ou culturais específicos. O catálogo privilegia obras que transitam entre o romance sensível e a reflexão crítica, com personagens que enfrentam dilemas profundos, como a perda, a opressão ou a busca por sentido. A linguagem frequentemente alia um tom introspectivo a uma construção cuidadosa, que pode ser ao mesmo tempo densa e acessível, envolvendo temas como o impacto da guerra, a transição cultural e o questionamento da normalidade social. Há também espaço para textos que dialogam com a filosofia, a crítica literária e a biografia, ampliando o horizonte de leitura para públicos que apreciam tanto o narrativo quanto o ensaístico.

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