
Título: A Pedra da Sabedoria
Autor: Hans Christian Andersen
Sinopse: A Pedra da Sabedoria, um conto do dinamarquês Hans Christian Andersen, adaptado por Ana Maria Machado e ilustrado pelo colorido forte de Cláudia Scatamacchia, narra uma história comovente. Um sábio teve cinco filhos, quatro meninos e uma menina bonita, inteligente, mas cega. Cada um deles tinha um sentido muito desenvolvido. De tanto ouvirem o pai contar sobre a existência do belo, do bom e do verdadeiro, os rapazes saíram pelo mundo para encontrar essa joia preciosa, a pedra da sabedoria. Cada filho, confiando demais no seu sentido, deixou-se levar pelas forças do mal e não conseguia voltar para casa. A filha, ao ver a tristeza do pai, partiu em busca dos irmãos. Tinha um dom que os outros não tinham. Não era apenas o tato. Era determinação de se lançar inteiramente naquilo que decidia fazer. Isso a fazia sentir como se tivesse olhos nas pontas dos dedos, e ela podia ouvir tudo até dentro de seu próprio coração.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “A Pedra da Sabedoria”, de Hans Christian Andersen, publicado pela editora Global Editora, em 2005 e com 28 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 28
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526010328
ISBN13: 9788526010321
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,180
- Altura (cm): 28,00
- Largura (cm): 23,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
