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A Pequena Bruxa

Título: A Pequena Bruxa

Autor: Carlos Edgard Herrero

Sinopse: A pequena bruxa é a Lalá, uma graça de bruxinha que só faz coisas boas quando mandam que ela faça maldades. Nós dois adoramos inventar esta historinha, pois acreditamos que, se há bruxas malvadas, por que não pode haver bruxas boazinhas? É claro que pode, porque até as coisas boas que a gente faz podem ser consideradas más se a gente olhar por um outro ângulo. Se, por exemplo, um gato come um rato é porque ele está com fome e isso é isso é uma coisa boa para o gato, porque mata a fome dele. Mas, ao mesmo tempo, é uma coisa muito ruim para o rato, não é? Ah, ah! Nós nos divertimos muito inventando essa história pra fazer você pensar que tudo neste mundo tem dois lados! Uma coisa boa pode ser má e uma coisa má pode ser boa, dependendo do lado pelo qual se olha essa coisa. Agora fique pensando em outras coisas boas que podem ser más e em coisas más que podem ser boas, além das que nós mostramos na história da bruxinha Lalá.

Contexto da obra

Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “A Pequena Bruxa”, de Carlos Edgard Herrero, publicado pela editora Moderna Literatura, em 2009 e com 48 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.

Editora: Moderna Literatura

Páginas: 48

Ano: 2009

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8516050890

ISBN13: 9788516050894

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,210
  • Altura (cm): 22,50
  • Largura (cm): 22,50
  • Espessura (cm): 3,00

Sobre o autor

A leitura dos livros de Carlos Edgard Herrero traz um universo onde a imaginação infantil é o centro da narrativa, com personagens que desafiam os medos tradicionais e transformam o assustador em algo acolhedor. O tom é leve e brincante, quase como uma conversa íntima entre o autor e o leitor, que convida a refletir sobre os dois lados das coisas — o bom e o mau, o real e o inventado. O ritmo é fluido e simples, adequado para um público jovem, mas com uma sutileza que pode surpreender leitores de todas as idades. A tensão se constrói mais na curiosidade e no encantamento do que em conflitos intensos, e as histórias frequentemente exploram a dualidade da percepção do mundo. Em meio a esse cenário, os livros de Carlos Edgard Herrero criam uma atmosfera de afeto e humor, onde o fantástico se mistura ao cotidiano com naturalidade.

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