
Título: A perspectiva na arte
Autor: José M. Parramón
Sinopse: Desenhar em perspectiva sem trair a espontaneidade foi, para os grandes mestres do Renascimento, um desígnio de primordial importância, que norteou a sua aproximação à arte. Na esteira ou de um Leonardo da Vinci ou de um Miguel Ângelo, Parramón aconselha o leitor a não deixar que a preocupação com a perspectiva subjugue a interpretação, a cor, a pincelada solta. Este livro pretende ajudar o leitor a aperfeiçoar os seus conhecimentos de perspectiva, estimulando a sua participação activa, pois é fundamental complementar a leitura praticando de acordo com as indicações sugeridas. Os principais aspectos focados - os antecedentes históricos, a perspectiva básica, o estudo das formas básicas, a divisão dos espaços em profundidade, os planos inclinados, os reflexos ou a figura humana em perspectiva, explanados de forma clara, são abundantemente ilustrados e demonstrados através de inúmeros desenhos cujas frases de elaboração são aqui apresentadas passo a passo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A perspectiva na arte”, de José M. Parramón, publicado pela editora Presença, em 1993 e com 111 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Presença
Páginas: 111
Ano: 1993
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Presença convidam o leitor a navegar entre narrativas que exploram tanto conflitos íntimos quanto grandes panoramas históricos e sociais. O catálogo revela obras que transitam entre a ficção contemporânea, marcada por personagens em busca de autoconhecimento e relações complexas, e títulos que abordam períodos históricos ou culturais com linguagem acessível e detalhada. Há um equilíbrio perceptível entre histórias mais narrativas, que focam no desenvolvimento emocional e psicológico, e outras que adotam um tom mais informativo e didático, como ensaios sobre arte, filosofia e história. O tom das obras varia do humor sutil ao drama profundo, frequentemente com ritmo que privilegia a reflexão e a construção cuidadosa dos ambientes e personagens.
