
Título: A Philosophy of Boredom
Autor: Lars Svendsen
Sinopse: It has been described as a "tame longing without any particular object" by Schopenhauer, "a bestial and indefinable affliction" by Dostoevsky, and "time's invasion of your world system" by Joseph Brodsky, but still very few of us today can explain precisely what boredom is. A Philosophy of Boredom investigates one of the central preoccupations of our age as it probes the nature of boredom, how it originated, how and why it afflicts us, and why we cannot seem to overcome it by any act of will. Lars Svendsen brings together observations from philosophy, literature, psychology, theology, and popular culture, examining boredom's pre-Romantic manifestations in medieval torpor, philosophical musings on boredom from Pascal to Nietzsche, and modern explorations into alienation and transgression by twentieth-century artists from Beckett to Warhol. A witty and entertaining account of our dullest moments and most maddening days, A Philosophy of Boredom will appeal to anyone curious to know what lies beneath the overwhelming inertia of inactivity.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Philosophy of Boredom”, de Lars Svendsen, publicado pela editora Reaktion Books, em 2005 e com 192 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Reaktion Books
Páginas: 192
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 1861892179
ISBN13: 9781861892171
Sobre a editora
Os livros da editora Reaktion Books costumam oferecer uma leitura que combina rigor acadêmico com acessibilidade, explorando temas que vão da história cultural à arte, passando por biografias e estudos sociais. A experiência de leitura frequentemente envolve narrativas densas e detalhadas, com foco em análises profundas de fenômenos culturais, artísticos e históricos, muitas vezes sob uma perspectiva interdisciplinar. O catálogo revela um interesse por abordagens que desvendam conexões entre o passado e o presente, como no exame da evolução de práticas culturais ou da influência recíproca entre mídias, como cinema e fotografia. Há obras que se destacam pela investigação crítica de figuras históricas e filosóficas, enquanto outras exploram temas mais específicos, como a representação visual e a relação entre arte e tecnologia. O tom varia entre o didático e o ensaístico, com ritmo que privilegia a reflexão e a contextualização detalhada.
