
Título: A Pior Banda do Mundo
Autor: José Carlos Fernandes
Sinopse: Referência incontornável da moderna HQ portuguesa, José Carlos Fernandes soube compensar a sua estréia relativamente tardia na história em quadrinhos (em 1989, já com 25 anos), com um ritmo produtivo absolutamente sem paralelo no atual mercado português, que deu origem a uma obra vasta e diversificada, nivelada por uma alta fasquia de qualidade. "A Pior Banda do Mundo" está sem dúvida entre seus mais importantes trabalhos. Esta série é constituída por um conjunto de histórias curtas de 2 páginas. Histórias independentes, que funcionam de forma autônoma, mas que ajudam a traçar uma visão de conjunto de uma misteriosa cidade sem nome, em cujas ruas se cruzam os destinos de um grupo de personagens, num complexo puzzle cheio de melancolia e humor, bem revelador da notável capacidade de José Carlos Fernandes de retratar o cotidiano. "A Pior Banda do Mundo", uma inepta e desastrada banda, de intenções vagamente jazzísticas e resultados puramente caóticos ensaia regularmente na cave de uma alfaiataria encerrada desde 1958. Os seus membros são: Sebastian Zorn (saxofone tenor), Idálio Alzheimer (piano), Ignacio Kagel (contrabaixo) e Anatole Kopek (bateria). Embora ensaiem há 3 décadas nunca conseguiram se apresentar ao vivo. As desventuras destes músicos sem qualquer talento são apenas um pretexto para entrar num mundo com centenas de personagens, a maioria entregando-se a ocupações improváveis e preocupações inverossímeis.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Pior Banda do Mundo”, de José Carlos Fernandes, publicado pela editora Devir, em 2003 e com 55 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Devir
Páginas: 55
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9895590415
ISBN13: 9789895590414
Sobre a editora
Os livros da editora Devir oferecem uma experiência de leitura que transita entre narrativas gráficas densas e universos imaginativos complexos. O catálogo revela uma forte presença de quadrinhos e graphic novels que exploram temas como ficção científica distópica, fantasia com raízes históricas e urbanas, além de histórias que misturam humor e crítica social. A linguagem visual é valorizada, com atenção a estilos que vão do noir ao moderno, e as tramas frequentemente envolvem conflitos humanos em cenários tanto contemporâneos quanto fantásticos. O tom pode variar do melancólico ao irônico, com ritmo que ora acelera em aventuras, ora desacelera para reflexões mais profundas.
