
Título: A Pior Banda do Mundo
Autor: José Carlos Fernandes
Sinopse: "A pior banda do mundo" é constituída por um conjunto de histórias curtas de 2 páginas. Histórias independentes, que funcionam de forma autônoma, mas que ajudam a traçar uma visão de conjunto de uma misteriosa cidade sem nome, em cujas ruas se cruzam os destinos de um grupo de personagens. Entre as personagens que surgem com mais freqüência ao longo da série está, precisamente, "A pior banda do mundo", uma inepta e desastrada banda, de intenções vagamente jazzísticas e resultados puramente caóticos, que ensaia regularmente na cave de uma alfaiataria encerrada desde 1958. Os seus membros são Sebastian Zorn (saxofone tenor), Idálio Alzheimer (piano), Ignacio Kagel (contrabaixo) e Anatole Kopek (bateria). Embora ensaiem há 3 décadas, nunca conseguiram se apresentar ao vivo. As desventuras destes músicos sem qualquer talento são apenas um pretexto para entrar num mundo com centenas de personagens, a maioria entregando-se à ocupações improváveis e preocupações inverossímeis. Encontros e grandes porções de surrealismo numa cidade intemporal e universal que podem ser lidas independentemente, mas que ganham todo o seu sentido no entrecruzar dos personagens deste universo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Pior Banda do Mundo”, de José Carlos Fernandes, publicado pela editora Devir, em 2005 e com 55 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Devir
Páginas: 55
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9895591705
ISBN13: 9789895591701
Sobre a editora
Os livros da editora Devir oferecem uma experiência de leitura que transita entre narrativas gráficas densas e universos imaginativos complexos. O catálogo revela uma forte presença de quadrinhos e graphic novels que exploram temas como ficção científica distópica, fantasia com raízes históricas e urbanas, além de histórias que misturam humor e crítica social. A linguagem visual é valorizada, com atenção a estilos que vão do noir ao moderno, e as tramas frequentemente envolvem conflitos humanos em cenários tanto contemporâneos quanto fantásticos. O tom pode variar do melancólico ao irônico, com ritmo que ora acelera em aventuras, ora desacelera para reflexões mais profundas.
