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A Pior Viagem do Mundo

Título: A Pior Viagem do Mundo

Autor: Apsley Cherry-Garrard

Sinopse: Com prefácio de Amir Klink, esse é o relato da última expedição do capitão inglês R. F. Scott à Antártica, entre 1910 e 1912. Determinados a serem os primeiros a alcançar o Pólo Sul, os tripulantes do Terra Nova terminaram embarcando numa epopéia de fim catastrófico. Sob um frio de -40°C (que necrosava os pés) e tendo de contornar erros elementares de planejamento, Scott e quatro companheiros corriam contra o tempo para se adiantar à equipe capitaneada por R. Amundsen. Chegaram ao Pólo um mês depois do norueguês. Morreram no caminho de volta, a apenas 17 quilômetros do depósito de alimentos mais próximo.A edição brasileira é a primeira a trazer fotografias da expedição, numa pesquisa iconográfica pioneira realizada junto ao Scott Polar Research Institute.

Contexto da obra

Na área de Viagens e Turismo, obras como esta costumam interessar por abrir horizonte e contexto. “A Pior Viagem do Mundo”, de Apsley Cherry-Garrard, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1999 e com 576 páginas, integra a categoria Livros de Viagens e Turismo. Esse contexto costuma ser útil para perceber melhor o valor da obra para quem lê lugares, trajetos e experiências.

Editora: Companhia das Letras

Páginas: 576

Ano: 1999

Edição: undefined

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 857164926X

ISBN13: 9788571649262

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,885
  • Altura (cm): 23,00
  • Largura (cm): 16,00
  • Espessura (cm): 3,00

Sobre a editora

Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.

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