
Título: A Poética do Suicídio em Sylvia Plath
Autor: Ana Cecília Carvalho
Sinopse: Em fevereiro de 1963, aos 30 anos de idade, a escritora americana Sylvia Plath se suicidou em Londres, onde morava com seus dois filhos, poucos meses depois de ter se separado de seu marido, o poeta inglês Ted Hughes. A morte de Plath aconteceu em meio a uma intensa produção poética, que haveria de incluí-la, por fim, entre as autoras mais importantes do século XX. Uma abordagem psicanalítica da obra da escritora revelará elementos que nos permitem reconhecer uma espécie de toxidez da escrita. Este aspecto aponta a presença de impulsos destrutivos que operam no interior do processo criativo. Na articulação entre vida, obra e morte, este livro procura ressaltar os modos pelos quais esses impulsos relacionam-se aos limites da escrita literária em sua dupla face funcional e disfuncional.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Poética do Suicídio em Sylvia Plath”, de Ana Cecília Carvalho, publicado pela editora Editora UFMG, em 2003 e com 307 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora UFMG
Páginas: 307
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8570413688
ISBN13: 9788570413680
Sobre a editora
Os livros da editora Editora UFMG convidam o leitor a uma imersão em temas que transitam entre o pensamento crítico, a história e as ciências sociais, com uma forte presença da filosofia e da reflexão cultural. A experiência de leitura costuma ser densa, com obras que exploram desde análises filosóficas profundas até estudos sobre questões sociais contemporâneas, como política, educação e cultura. O catálogo revela um interesse por textos que dialogam com o presente, abordando desde as tradições literárias e artísticas até os desafios das tecnologias e das transformações sociais. O tom das obras varia entre o analítico e o ensaístico, com narrativas que privilegiam a reflexão cuidadosa e o debate conceitual.
