
Título: A Politização dos Direitos Humanos
Autor: Benoni Belli
Sinopse: Em 2006, a Organização das Nações Unidas resolveu substituir a antiga Comissão de Direitos Humanos, criada em 1946, por um Conselho da mesma natureza. A razão foi o desvirtuamento que o organismo anterior sofrera ao longo de seus trabalhos, por ingerência de interesses políticos dos Estados-membros e de seus dirigentes, implicados ou não nas violações aos princípios da Declaração Universal. A pergunta que surge é se nessa renovação caberia eliminar o sistema de condenações aos países que transgridem, ou não levam em conta, os direitos básicos do homem. A Politização dos Direitos Humanos, de Benoni Belli, que a editora Perspectiva oferece ao leitor de língua portuguesa em sua coleção Estudos, defende, com sagacidade crítica e erudição, que um erro (a politização e a seletividade na escolha dos alvos da condenação) não pode justificar outro (a abolição de um sistema de monitoramento eficaz) e procura indicar os caminhos para resgatar a legitimidade do sistema de condenação de países no contexto do novo Conselho de Direitos Humanos.
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “A Politização dos Direitos Humanos”, de Benoni Belli, publicado pela editora Perspectiva, em 2009 e com 296 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: Perspectiva
Páginas: 296
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527308649
ISBN13: 9788527308649
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,312
- Altura (cm): 22,50
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
