
Título: A porteira do tempo
Autor: Roberto Fonseca
Sinopse: A Porteira do Tempo é um livro onde o romance encadeia histórias antigas e atuais, vividas por seu personagem central, Leonino Bagesteiro - uma espécie de Don Quixote moderno -,em três tempos distintos: o cotidiano, suas lembranças e as viagens pela porteira que se abre para outras épocas. Em ação continuada, mostra a história da terra, movimentos guerreiros, costumes, misticismo, política e amores, quase sempre num tom brincalhão e, às vezes, irônico. Ao mesmo tempo, é capaz de despertar emoções, pelo trato forte e carinhoso das relações familiares, especialmente entre pai e filho. As explicações sobre a Divindade da Energia e o mecanismo de funcionamento da Porteira do Tempo são agradáveis e verossímeis, sem qualquer dificuldade de compreensão para o leitor. O final é denso, mas feliz, contrariando tendências de maltratar os personagens. Roberto Fonseca e Leonino Bagesteiro, ao longo do livro, tornaram-se bons amigos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A porteira do tempo”, de Roberto Fonseca, publicado pela editora AGE, em 1997 e com 317 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: AGE
Páginas: 317
Ano: 1997
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora AGE oferecem uma experiência de leitura que combina narrativas ficcionais com obras de caráter informativo e didático, muitas vezes com um tom acessível e direto. O catálogo apresenta histórias que transitam entre o romance histórico, relatos pessoais marcados por contextos políticos e sociais, e textos que explicam temas científicos e culturais de forma clara para o público leigo. Há também espaço para obras que exploram temas regionais e culturais brasileiros, além de abordagens que misturam ficção e realidade, como relatos de personagens em situações extremas ou reflexões sobre identidades culturais. O ritmo das obras varia entre o envolvente e o reflexivo, com narrativas que ora são densas, ora mais leves e até humorísticas.
