
Título: A PRATA DAS PÉTALAS
Autor: Paulo Costa
Sinopse: A PRATA DAS PÉTALAS é uma viagem ao Bairro do Recife, Pernambuco, de ontem e de hoje. Pétalas doces e amargas de realidade fictícias e ficções quase reais. Fragmentos do porto e dos cabarés da Capitania Hereditária que contribuiu para a gênese do Brasil. Maria é uma das rainhas dos cabarés dos anos 70, no porto do Recife, cobiçada por homens endinheirados e marinheiros do mundo. Atualmente, tenta escapar com alguma dignidade da vida de quem vive nas ruas. Habita seu mundo particular, convivendo ou simplesmente encontrando com um cientista que inventou a máquina de fazer chover flores. O narrador da história tem uma estrutura com toques de realismo fantástico. Ou quase ... o romance resgata nomes originais das ruas do Bairro do Recife, que mudaram ao longo dos anos. É pontuado por vinhetas de realidade do cineasta Lírio Ferreira, maestro Spock, artista plástico Mané Tatu, cantora e produtora Mônica Feijó, designer Walther Holmes, Jornalista Ana Maria Guimarães, a fotógrafa Ana Araújo e a atriz Lívia Falcão.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A PRATA DAS PÉTALAS”, de Paulo Costa, publicado pela editora Jovens Escribas, em 2016 e com 84 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Jovens Escribas
Páginas: 84
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788555640391
Sobre a editora
Os livros da editora Jovens Escribas exploram com frequência a literatura brasileira em suas múltiplas expressões, desde a poesia popular do cordel até narrativas urbanas contemporâneas. O catálogo apresenta textos que transitam entre o humor ácido e o drama existencial, com personagens que oscilam entre o cotidiano verossímil e o absurdo inquietante. A linguagem varia do refinamento poético a um estilo mais direto e nervoso, revelando um interesse por formas literárias que provocam o leitor, seja pela ironia, pela crônica leve ou pelo relato intenso de conflitos internos. Há obras que abordam temas sociais e culturais brasileiros, muitas vezes ambientadas no Nordeste, contrapondo o regionalismo com questões universais.
