
Título: A Primeira Evangelização
Autor: Santiago Guijarro Oporto
Sinopse: Quando Paulo chegou a Corinto na primavera do ano 50, acompanhado por Silvano e Timóteo, encontrou-se com Priscila e Áquila. Esse casal praticava o mesmo ofício de Paulo e fora expulso de Roma por causa da fé em Jesus; a partir daquele momento, integrou-se ao grupo do apóstolo, apoiando-o em sua missão. As cartas escritas por Paulo e seus colaboradores, bem como o livro dos Atos, contêm muitas informações sobre esse grupo missionário, mas dispõem de poucos dados acerca de outros grupos. Por isso, temos a impressão de que eles foram os principais e praticamente únicos protagonistas da primeira evangelização. No entanto, sabemos que existiram outros grupos e muitas testemunhas anônimas que também exerceram a atividade missionária durante a geração apostólica. Aquela primeira e diversificada missão foi um acontecimento histórico singular que faz parte da memória coletiva sobre a qual as igrejas cristãs fundaram e continuam fundando sua identidade e sua missão evangelizadora em todos os tempos.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “A Primeira Evangelização”, de Santiago Guijarro Oporto, publicado pela editora Edições Loyola, em 2017 e com 208 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 208
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515044803
ISBN13: 9788515044801
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 2,424
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
