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A Prisioneira: Em busca do tempo perdido - vol. 5

Título: A Prisioneira: Em busca do tempo perdido - vol. 5

Autor: Marcel Proust

Sinopse: Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, «a forma do tempo». E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Prisioneira: Em busca do tempo perdido – vol. 5”, de Marcel Proust, publicado pela editora Relógio D’Água, em 2016 e com 360 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Relógio D’Água

Páginas: 360

Ano: 2016

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13: 9789896416584

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Marcel Proust é uma imersão em uma prosa densa e introspectiva, onde o tempo e a memória se entrelaçam em longas frases que exploram os meandros da consciência. O ritmo é contemplativo, quase meditativo, convidando o leitor a desacelerar e se perder nas nuances das emoções e reflexões do narrador. Há uma tensão constante entre o íntimo e o social, entre a delicadeza dos sentimentos e a complexidade das relações humanas, especialmente em temas como o amor, o ciúme e a passagem do tempo. A experiência é marcada por uma escrita que exige atenção e paciência, mas recompensa com uma profundidade rara na literatura. A voz narrativa é ao mesmo tempo distante e profundamente pessoal, criando uma atmosfera onde o leitor se torna cúmplice das inquietações do protagonista.

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