
Título: A produtividade da escola improdutiva
Autor: Gaudêncio Frigotto
Sinopse: A Produtividade da Escola Improdutiva situa de modo correto a natureza da relação entre educação e processo produtivo, uma vez que capta a existência do vínculo mas percebe também que não se trata de um vínculo direto e imediato, mas indireto e mediato. A expressão "produtividade da escola improdutiva" quer sintetizar essa tese. Com efeito, se para a teoria do capital humano bem como para seus críticos a escola é simplesmente produtiva e para Cláudio Salam ela é simplesmente improdutiva, para Gaudêncio a escola (imediatamente) improdutiva é (mediatamente) produtiva. Este livro situa-se, pois, no ponto mais avançado atingido pela economia da educação. De crucial importância para a própria compreensão da própria natureza e especificidade da educação, a leitura desta obra é imprescindível a todos os educadores. Constitui, pois, texto e consulta obrigatória nos cursos de formação de professores e especialistas em educação, sendo também de interesse para economistas, historiadores, filósofos e cientistas sociais.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A produtividade da escola improdutiva”, de Gaudêncio Frigotto, publicado pela editora Cortez, em 2006 e com 234 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Cortez
Páginas: 234
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8524901527
ISBN13: 9788524901522
Sobre a editora
Os livros da editora Cortez costumam explorar temas ligados às ciências sociais e humanas, com foco em análises críticas da realidade brasileira e latino-americana. A experiência de leitura frequentemente envolve abordagens acadêmicas e reflexivas sobre questões como Serviço Social, educação, políticas públicas e cultura, com textos que mesclam rigor teórico e linguagem acessível. O catálogo apresenta obras que discutem desde trajetórias históricas e filosóficas até práticas pedagógicas e sociais atuais, criando um contraste entre análises densas e narrativas que valorizam a diversidade cultural e social. Em meio a trabalhos mais densos, há também espaço para textos que dialogam com o público infantojuvenil, trazendo contos e histórias que remetem ao folclore e à infância, o que evidencia uma certa amplitude temática e de público.
