
Título: A Psicoautoantropofagia da Vida Cotidiana
Autor: André Braga
Sinopse: Assuntos simples, que nos ocorrem e recorrem diariamente, sobre quase tudo o que nos cerca: a comida, o ego, a cidade, os relacionamentos interpessoais, o trabalho, o amor, a morte... Tudo pode ser tema, desde que de alguma forma atinja o autor, seja ela física ou psíquica. A mente, que geralmente não nos mente, é constantemente inquieta, mas poucas vezes paramos para pensar sobre os acontecimentos cotidianos, corriqueiros. Agimos de maneira automática, fazendo tudo de forma quase que robotizada, sem o mínimo de questionamento sobre a ação em si, sobre o objeto de contato, sobre a relação “ser” versus “mundo”. De forma simples e poética, o autor expõe suas ideias e inquietações, na tentativa de digeri-las, sem muitos engasgos, e de engoli-las, de maneira satisfatória. A Psicoautoantropofagia da Vida Cotidiana é um convite à reflexão de assuntos tidos como banais, mas que fazem parte do nosso dia a dia e que formam a nossa visão de mundo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Psicoautoantropofagia da Vida Cotidiana”, de André Braga, publicado pela editora Penalux, em 2015 e com 138 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penalux
Páginas: 138
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8569033494
ISBN13: 9788569033493
Sobre a editora
Os livros da editora Penalux costumam mergulhar em universos literários densos e variados, onde a poesia e a prosa poética se destacam pela sutileza e pela força expressiva. O catálogo apresenta narrativas que exploram temas como o amor em suas múltiplas facetas — da paixão à melancolia, passando por conflitos familiares e dilemas existenciais —, sempre com um tom que varia entre a introspecção lírica e o realismo cru. A linguagem frequentemente se mostra elaborada, com atenção ao ritmo e à construção cuidadosa das palavras, criando atmosferas que evocam tanto a delicadeza quanto a complexidade das emoções humanas. Há obras que se aproximam do ensaio e da crônica, outras que se estruturam em contos breves com unidade temática, revelando uma diversidade que vai do íntimo ao social, do cotidiano ao fantástico. Essa variedade convida o leitor a uma experiência de leitura que pode ser tanto meditativa quanto provocativa, com nuances que oscilam entre o humor irônico e a reflexão profunda.
