
Título: A Psicologia de Platão
Autor: Thomas M. Robinson
Sinopse: Premiada como um dos cem trabalhos mais influentes publicados pela Toronto University Press no século XX, esta obra permanece como a discussão moderna definitiva sobre a natureza e o desenvolvimento do conceito de psukhé de Platão. Em uma nova introdução, o autor faz um levantamento do alcance e do valor das diversas contribuições à teoria platônica da psukhé, individual e cósmica, que apareceram desde 1970. Em seguida, ele mesmo oferece suas próprias reflexões posteriores sobre vários aspectos do assunto. Finalmente, ele amplia a discussão da psicologia cósmica de Platão para incluir uma análise de relação notavelmente próxima entre parte do pensamento de Platão sobre o universo e suas origens e as teorias do século XX, de Einstein a Hawking.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “A Psicologia de Platão”, de Thomas M. Robinson, publicado pela editora Edições Loyola, em 2007 e com 238 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 238
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515032643
ISBN13: 9788515032648
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,368
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
